quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Sobre vida cotidiana: Divagações

Não tenho medo de nada, nem mesmo da morte. A única coisa que realmente me apavora, que me dá calafrios na alma é o medo de não amar meu semelhante como se deve.
(Leonardo Martins)

A amizade e a confiança são irmãs siamesas: inseparáveis.
(Leonardo Martins)

A estrela já nasce brilhando. Quando ela se apaga é porque morreu.
(Leonardo Martins)

A maior prova do amor de Deus é liberdade que dá ao homem.  Este é livre até para dizer não àquele.
(Leonardo Martins)

O texto correto não é: “Maldito o homem que confia no homem”. Mas “Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!” (Jeremias 17,5). Ler direito faz muita diferença.
(Leonardo Martins)

A vida é um sopro. Melhor é fazer boas escolhas em enquanto se pode.
(Leonardo Martins)

O trem só é útil 1) andando; 2) nos trilhos e 3) com condutor. Parado é inútil, sem qualquer um dos dois é um desastre.
(Leonardo Martins)

A única verdade numa expressão com os termos “verdade absoluta” é que ela é absoluta. De verdade mesmo não há mais nada.
(Leonardo Martins)

Qualquer caminho que se diga único, sendo ele conhecido, também será o destino. Se o destino é incerto/desconhecido é porque não existe só um caminho.
(Leonardo Martins)

Uma afirmativa verdadeira fundamentada em argumentos falsos/falhos é frágil. Porque por mais verdadeira que ela seja será facilmente desconstruída pela retórica, pelo sofisma ou qualquer argumento melhor elaborado. Ou seja, afirmativas verdadeiras, não se sustentam com/na verdade (em si mesma), mas em argumentos sólidos e bem elaborados.
(Leonardo Martins)

Quem acredita de verdade que pode mudar o mundo pela educação não deveria fazer uso dela?
(Leonardo Martins)

Não tente me convencer de seus argumento sem antes se convencer da possibilidade de estar errado. Se assim fizermos haverá diálogo. Todavia, se já há certeza absoluta, melhor nem começar a falar.
(Leonardo Martins)

Começo a pensar que qualquer homem que não negocie seus valores está condenado a morrer.
(Leonardo Martins)

Para mim a degradação do ser, enquanto humano, não se revela nas fobias, nos genocídios ou nas perversidades contra crianças. Tão pouco se revela, na sordidez dos acordos que oprimem e matão milhares de pessoas. É algo muito pior. A degradação humana se revela no homem de "bem" cumpridor das suas obrigações e politicamente correto, que só age dessa forma quando/porque está sendo filmado. Que mundo é esse que para uma pessoa ser ética precisa ser vigiada? (Leonardo Martins)

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Sobre pranto e dor: Divagações

A distância entre a felicidade e a angústia profunda as vezes é apenas uma palavra. A distância para retornar a primeira pode ser tão longa que nunca mais chegue outra vez.
(Leonardo Martins)

Quando for quebrar um vaso tenha absoluta certeza que não vai mais precisar dele. Só Deus tem poder para reconstruí-lo igualzinho novamente.
(Leonardo Martins)

Há dias em que a solidão é a melhor amiga e o silêncio o melhor dos conselheiros.
(Leonardo Martins)


segunda-feira, 15 de julho de 2013

Como funciona a meritocracia na educação do Rio de Janeiro

1 – O número de aprovações valem pontos (metas)
2 – Atingir metas significa mais dinheiro, para escola e para os docentes.
3 – Ainda que o professor seja irredutível quanto à aprovação imerecida, ele olha para o colega ao lado e pensa: “Ninguém vai receber o prêmio por minha causa”. Daí ...
4 – O que o aluno aprende isso é medido nem tem importância.
5 – A Escola não apresenta boas condições de trabalho (salas cheias, alunos desmotivados, indisciplina consentida pelo Governo/Sociedade etc)
Conclusão: Farinha pouca, meu pirão primeiro. Se não há dignidade, trabalhar correto pra quê?

Para quem não entendeu, eu desenho.
Minha filha, aluna do oitavo ano, me perguntou. - Qual a resposta certa nesta questão? Isso está errado, não está pai? (vide imagem)
Você acha que uma menina de 13 anos percebeu o erro e o professor não? Quando o mérito é o número (de aprovados) conteúdo para quê?

PS: O(A) professor(a) não tem culpa alguma, que fique bem claro.

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Sobre a política: Divagações

Em meio às divergências políticas a verdade é coisa que menos interessa.
(Leonardo Martins)


TCCs, Monografias, Dissertações e todos os trabalhos de conclusão de graduação só os fatos têm valor (opiniões e “achismos” reprovam). Na política, contudo, o factoide é a única coisa de valor.
(Leonardo Martins)


A atual onda de interesse pela política é algo muito, muito positivo. O problema é “politização” que se baseia em notícia do tipo jornal O POVO.
(Leonardo Martins)


Quando se trata de política a mente mais lúcida e equilibrada se inclina a ideologia das massas como torcida organizadas.
(Leonardo Martins)


Dizem que o coração que razões que a própria razão desconhece. Na política não há razão alguma.
(Leonardo Martins)


Se você deseja trabalhar numa equipe onde haja equilíbrio emocional e razoabilidade nas tomadas de decisões, não procure os grupos políticos.
(Leonardo Martins)


Ruim não é passar a pagar Imposto de Renda, é pagar, de novo, pela educação, pela saúde e pela segurança.
(Leonardo Martins)

Muitos gostam de estar certos o tempo todo. Eu prefiro estar errado quando a previsões são pessimistas. Nestes casos estar certo me causa dor.
(Leonardo Martins)

A democracia brasileira beira o ridículo.
1) Direito ao voto: é obrigatório;
2) Horário eleitoral gratuito: é 100% financiado;
3) Candidato processado: é ficha limpa;
4) Voto nulo: não é respeitado.
Democracia?

(Leonardo Martins)



Coisas que aprendi com as eleições 2014
1 - Quem torce por algum candidato fica surdo;
2 - Se você critica um candidato arruma inimigos;
3 - Se critica o outro arruma inimigos;
4 - Se critica os dois é ignorado;
5 - Quem está perdendo sempre ataca o adversário;
6 - Quem está ganhando sempre ameniza ou muda o discurso, antes, mais radical;
7 - Os debates são teatros com atores de baixa qualidade;
8 - A verdade é única coisa que ninguém tem interesse em saber;
9 - Quem ganha não faz a menor diferença, o povo perde sempre.
(Leonardo Martins)

terça-feira, 2 de abril de 2013

Aprendendo a chicote

No artigo Assimilação e acomodação já havia tratado do assunto: aprender. Agora, desejo trazer outro enfoque bem prático do nosso dia-a-dia.

Se tem uma coisa que Jesus fez na vida foi ensinar. Ensinou a multidão, ensinou aos discípulos e a um grupo especial destes: os apóstolos. Tudo que fazia tinha este objetivo. Ensinou orar, a compartilhar, a buscar as ovelhas perdidas, a dar o outra face, a ser manso, a perdoar etc.

Seus ensinos eram de vários tipos espirituais, sociais, psicológicos. Sua linguagem era contextualizada. Por isso falava de sal, ovelha, trigo, figueira, peixe... Seu método era totalmente pedagógico. Falava por parábolas, separava as diferentes classes (multidão, discípulos e apóstolos) e até falava diretamente aos mais graduados (escribas e fariseus).

Mais do que tudo Jesus ensinava com a vida. Quando me perguntam, eu afirmo com firmeza: - Jesus pregava o que vivia e não o contrário. Porque no verdadeiro ensino a prática (o exemplo) vem sempre antes.

Ora, a questão fica para os ensinados (não gosto da palavra aluno). Nem sempre aprenderam, nem sempre viveram, nem sempre acomodaram (ver o artigo citado).

Portanto, quando alguém é um excelente exemplo para seus liderados e estes não o representam, não o assimilam, das duas uma. 1) Ou ele não era de fato um bom mestre 2) ou seus ensinados são pessoas da pior espécie de gente que existe. Reconhecem as qualidades do mestre e até as defendem, mas não usam nenhuma delas (não assimilam). São piores que os animais. Estes ao menos podem ser adestrados - a chicote, às vezes, mas são.

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Por quê eu não as amei?

Elas vinham todas as noites, apresentavam-se da melhor forma possível e  eu não as amei.
Algumas com roupas sóbrias, a maioria com roupas mínimas e eu nãos as amei.

Como eu, elas tinham sonhos. Sonho de ser alguém, de vencer a pobreza ou o simples sonho de ser feliz. Mas, eu, eu não as amei.

O que mais procuravam era serem amadas, mas eu ... eu não ...

Encontravam o sustento nos prazeres e braços dos "amores" das ruas. E eu, por quê meu Deus!? por quê não as amei?

Eu as olhava com desprezo, desdém ou indiferença. Algumas até emprestei meus ouvidos, e era cada história, mas amar mesmo ... não, nunca.

Sim eu sabia: pedofilia, taras e assassinatos. Jovens com uma ilusão: o dinheiro fácil. Vi gente "sumir" e ninguém vir procurar, nem a mãe. Quanto a mim, repetia o slogan à minha consciência: Elas assumiram o risco da “profissão”. Vidas jogadas literalmente no lixo.

Se não julguei também não amei. Meu pecado é menor por isso?

Bem fez Jesus, não julgou a mulher que “pulou a cerca” e ainda lhe ofereceu um amor sem medidas, capaz de fazê-la sentir o quanto era amada. Amada de verdade com toda a força que só o amor pode ter. Um amor mais forte do que a morte.

Suas palavras foram tão simples quanto profundas, como profundo foi o seu olhar de compaixão (creio eu). Ela fitou a jovem condenada pelos homens e disse: 1) Mulher, onde estão aqueles teus acusadores? Ninguém te condenou? 2) Nem eu também te condeno; vai-te, e não peques mais. (João 8,10-11).

Ela se foi, livre, e não pecou mais. Não o fez porque era Jesus a dizer. Não pecou porque foi amada como nunca havia sido antes. Só ele, o amor, poderia dar novo sentido a sua vida. Mas, e quanto a mim?

... Elas vinham todas as noites. Apresentavam-se da melhor forma possível e eu não as amei.

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Nunca gostei de “Mardi Gras”


Nem sempre fui cristão. Bebia, fumava e vivia como me parecia bom viver. Mas nunca gostei de Mardi Gras.

O carnaval teve origem na Grécia antiga (600 a.C.). Era uma festa com cultos de gratidão aos deuses pela fertilidade do solo e pela colheita. Na Idade Média (500 d.C.) foi incorporado ao calendário da igreja católica seguindo o calendário lunar.

O carnaval precede a Quaresma, 40 dias de privações e penitências, período marcado por jejuns (de carne, inclusive) e orações. Por isso a terça-feira ficou conhecida como "carne vale", “adeus à carne” em latim ou “Mardi Gras”, “Terça-feira gorda”  em francês, porque as pessoas se entupiam de comida (e de carne) antes da quarta-feira de cinzas, o primeiro dia da Quaresma.

O que a festa tornou-se  no Brasil está muito distante da origem religiosa da Grécia ou da Idade Média. Contudo, o termo “festa da carne”, como eu o conhecia até então, não te nenhuma referência o sentido original “adeus à carne”. A primeira, refere-se aos prazeres da carne, o que de fato a festa se tornou. A segunda, tem todo um significado religioso ligado à morte de Jesus Cristo e, por isso, a abstenção de comer carne como símbolo do corpo (a carne) e sangue de Jesus.

Nunca gostei de carnaval, mas, como cristão, eu deveria.

Não daquilo que a festa se tornou ao logo dos anos.

Não da glutonaria: comer carne até se empapuçar.

Não das festas aos deuses da fertilidade.

Deveria sim, celebrar a festa da fertilidade do solo, da vida, dos bens, do ar, da família e tudo mais que Deus nos dá generosamente. Deveria me alegrar “porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas” (Rm 11,36a). Deveria festejar o simples fato de existir “Porque nele vivemos, e nos movemos, e existimos” (At 17,28a).

Neste sentido, seria muito bom festejamos e nos alegramos por tudo que o Senhor é e nos tem dado, mas é impossível tal festa junto com o "nosso carnaval". O que eu não sei se nossos retiros espirituais estão tentando “proteger” os crentes das tentações do carnaval ou se de fato festejamos ao Senhor que é/está acima de todas as coisas. A mim, o termo “espiritual” parece mais com as penitências da Idade Média.

Se, por um lado nunca gostei “nosso carnaval” por outro, da ascese dos retiros espirituais também não gosto.

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

A "arte" de não ler


De nada adianta ir a Faculdade e não aprender. Daí?  De nada vale ir a Faculdade e não fazer escolhas (facultare).

1) Tem quem não aprende nada.

2) Tem quem só concorde repetindo burramente os seus professores.

3) Tem quem discorde. Ainda que no início da estrada, este está nela e caminhando.

Se na academia usa-se a razão, então vale para ela a mesma regra de leitura de qualquer livro onde se possa aprender algo.

“É preciso separa preconceito e julgamento [...] Partindo da posição madura de discordar [...] você acha possível demonstrar que o autor está equivocado em algum ponto, então será preciso conduzir a controvérsia segundo três condições: 1) verifique se suas razões não são na verdade emoções que, de algum modo estão presentes, ainda que inconscientemente numa espécie de disputa e não baseadas puramente em argumentos. 2) verifique se seus pressupostos não estão contaminados de preconceitos. ‘A boa controvérsia não deverá ser uma disputa em torno de pressuposições’ (p. 152). 3) busque a imparcialidade. Não existe controvérsia sem partidarismo, mas busque o equilibro de 'ao menos tentar colocar-se no ponto de vista do outro' (p. 153). Para se discordar de modo civilizado será preciso, pelo menos ler o livro com simpatia.”

Resenha da Arte de Ler: por Leonardo Martins.

O mesmo vale para qualquer juízo do outro. É preciso olhar com simpatia para o que ele diz/escreve ou então voltamos às contradições epistemológicas.

Resumindo: quando o comentário "politicamente científico" está cheio de adjetivos, não é científico não. Vide item 1 da resenha.

Talvez você diga: - Faltou a opção “tem quem concorde com os professores”. Neste caso você não leu o texto. Essa é a minha tese.

O termo “só” está intimamente ligado ao termo “burramente” (1). Por outro lado, em “tem quem discorde” não existe termo “só” (2). Seria outra tolice. Logo, este item está intimamente ligado o trecho da resenha “você acha possível demonstrar que o autor está equivocado em algum ponto”, mas talvez você não tenha lido nada disso.

A conclusão é portanto brilhante. “Para se discordar de modo civilizado será preciso, pelo menos ler o livro com simpatia.” Diria eu: para discordar de alguém de modo civilizado será preciso “ler” o outro com simpatia.

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Sobre a fé a ciência: Divagações

O poder corrompe o coração de quase todo homem (disse quase). É algo muito forte e sedutor.  Aos poucos ele vai se entregando de modo sutil e quase imperceptível (disse quase de novo).
(Leonardo Martins)


A ciência perguntou ao cristianismo. – Diante da tragédia humana onde está o seu deus e a sua compaixão? O cristianismo respondeu. – No mesmo lugar onde encontra-se a sua ética e sua justiça social, no coração do homem.
(Leonardo Martins)


Contar para uma criança que a Vovó saiu viva da barriga do Lobo pode. Que Jonas saiu vivo da barriga do peixe não pode. Ah! entendi ...

Que o Lobo Mau falou com a Chapeuzinho e a Vovó pode. Que a jumenta falou com Balaão não pode. Sei ...

Dizer que papai Noel entra pela chaminé (que nem temos) pode. Dizer que Jesus pode entrar no coração não pode. Tá bom ...

O adulto religioso continua contando suas histórias sub o prisma da fé, do dogma, da tradição e do que mais se queira acrescentar. Sob qual prisma continua contando suas histórias o adulto racional?
(Leonardo Martins)


Deixarei de ser religioso no dia em que a ciência demonstrar empiricamente ser capaz de formar uma sociedade eticamente correta e justa entre todos os povos sob/sobre um único prisma: o da razão.
(Leonardo Martins)



Para o (unicamente) racional o mal é culpa de Deus, o bem é mérito do homem.
Para o (unicamente) teológico o mal é culpa do homem, o bem é mérito de Deus.
Para ambos:
1. O mal existe
2. O bem é desejável
3. O bem (desejável) está ligado a seu mameira de pensar (racional/teológico).
4. Portanto, o mal só pode vir de “o outro” lugar. (Deus/homem).
Curiosamente o primeiro nega Deus e o segundo “nega” o homem.
Dupla aporia!?
(Leonardo Martins)


Difícil não é se tronar um grande líder, difícil é não se tornar, também, um grande déspota.
(Leonardo Martins)



1. Tem quem fale contra Deus sem saber o porquê.
2. Tem quem fale contra sabendo.
3. Tem quem fale a favor sem saber o porquê.
4. Tem que fale a favor sabendo.
5. “E, chamando-os, disseram-lhes que absolutamente não falassem, nem ensinassem, no nome de Jesus. Respondendo, porém, Pedro e João, lhes disseram: Julgai vós se é justo, diante de Deus, ouvir-vos antes a vós do que a Deus; Porque não podemos deixar de falar do que temos visto e ouvido”. (Atos 4,18-20)
6. Não posso deixar de falar daquilo que Ele faz na minha vida. Se falo é porque tenho experimentado.
7. Não há exclusividade nisso. QUALQUER UM pode experimentar também.
8. Se quiser.
(Leonardo Martins)

Um coisa boa sobre a fé está no fato dela não ser lógica. Se fosse, não haveria nenhum sentido em ser assim chamada. Chamar-se-ia fato, prova ou certeza.
(Leonardo Martins)



Viver a vida do modo que se deseja (lei do mais forte, sem nenhuma ética, sem regras, sem parâmetros) visto que tudo termina aqui. Isso é racional.
Viver uma vida “santa” porque se crê na vida após a morte. Isso não é.
A morte é natural (tudo morre). Isso é racional.
Estudar um modo de abreviá-la /superá-la. Isso não é.
Quem crê noutra vida é irracional. Quem estuda um modo de abreviar/superar a morte é o que?
(Leonardo Martins)


Meu problema não é aquilo que os homens fazem em nome dos seus deuses. Mas o que fazem em nome dos seus próprios egos. Uns dizem que Deus mandou outros que é a ciência quem diz.
(Leonardo Martins)



Difícil não é acreditar em Deus, é acreditar nos homens.
(Leonardo Martins)


No dia que a ciência descobrir como vencer a morte os genocidas serão considerados heróis.
(Leonardo Martins).


Estou cansado. Cansado dos conselhos, dicas e máximas de pessoas que sequer pretendem mudar de comportamento. Se quiser me convencer de alguma coisa, viva o que diz e fique em silêncio. Ele, o silêncio, dirá muito mais que o discurso.
(Leonardo Martins)



Meu problema não é aquilo que os homens fazem em nome dos seus deuses. Mas o que fazem em nome dos seus próprios egos. Uns dizem que Deus mandou outros que é a ciência quem diz.
(Leonardo Martins).


Deus deu ao homem o direito de transgredir. Disse, não faça e ele fez. Não é assustador? Não importa quem seja ou qual o argumento usado eu escolho se digo sim ou não. Eu, o sujeito que escolhe que transgride.
(Leonardo Martins)


Não creia na liberdade de escolha de quem não aceita que você discorde das suas ideias.
(Leonardo Martins)


Falando sobre o texto de João 9 (a cura do cego de nascença) no domingo disse "Tem gente que mesmo diante da maior das evidências se recusa a acreditar. Quem era o cego afinal?". Achei que era uma história do passado, mas eu estava errado, infelizmente.
(Leonardo Martins)

Blogs que eu acompanho