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Mostrando postagens de 2013

Sobre vida cotidiana: Divagações

Não tenho medo de nada, nem mesmo da morte. A única coisa que realmente me apavora, que me dá calafrios na alma é o medo de não amar meu semelhante como se deve.
(Leonardo Martins)

A amizade e a confiança são irmãs siamesas: inseparáveis.
(Leonardo Martins)

A estrela já nasce brilhando. Quando ela se apaga é porque morreu.
(Leonardo Martins)

A maior prova do amor de Deus é liberdade que dá ao homem.  Este é livre até para dizer não àquele.
(Leonardo Martins)

O texto correto não é: “Maldito o homem que confia no homem”. Mas “Assim diz o Senhor: Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do Senhor!” (Jeremias 17,5). Ler direito faz muita diferença.
(Leonardo Martins)

A vida é um sopro. Melhor é fazer boas escolhas em enquanto se pode.
(Leonardo Martins)

O trem só é útil 1) andando; 2) nos trilhos e 3) com condutor. Parado é inútil, sem qualquer um dos dois é um desastre.
(Leonardo Martins)

A única verdade numa expressão com os termos “verdade…

Sobre pranto e dor: Divagações

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A distância entre a felicidade e a angústia profunda as vezes é apenas uma palavra. A distância para retornar a primeira pode ser tão longa que nunca mais chegue outra vez.
(Leonardo Martins)

Quando for quebrar um vaso tenha absoluta certeza que não vai mais precisar dele. Só Deus tem poder para reconstruí-lo igualzinho novamente.
(Leonardo Martins)

Há dias em que a solidão é a melhor amiga e o silêncio o melhor dos conselheiros.
(Leonardo Martins)


Como funciona a meritocracia na educação do Rio de Janeiro

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1 – O número de aprovações valem pontos (metas)
2 – Atingir metas significa mais dinheiro, para escola e para os docentes.
3 – Ainda que o professor seja irredutível quanto à aprovação imerecida, ele olha para o colega ao lado e pensa: “Ninguém vai receber o prêmio por minha causa”. Daí ...
4 – O que o aluno aprende isso é medido nem tem importância.
5 – A Escola não apresenta boas condições de trabalho (salas cheias, alunos desmotivados, indisciplina consentida pelo Governo/Sociedade etc)
Conclusão: Farinha pouca, meu pirão primeiro. Se não há dignidade, trabalhar correto pra quê?

Para quem não entendeu, eu desenho.
Minha filha, aluna do oitavo ano, me perguntou. - Qual a resposta certa nesta questão? Isso está errado, não está pai? (vide imagem)
Você acha que uma menina de 13 anos percebeu o erro e o professor não? Quando o mérito é o número (de aprovados) conteúdo para quê?

PS: O(A) professor(a) não tem culpa alguma, que fique bem claro.

Sobre a política: Divagações

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Em meio às divergências políticas a verdade é coisa que menos interessa.
(Leonardo Martins)

TCCs, Monografias, Dissertações e todos os trabalhos de conclusão de graduação só os fatos têm valor (opiniões e “achismos” reprovam). Na política, contudo, o factoide é a única coisa de valor. (Leonardo Martins)

A atual onda de interesse pela política é algo muito, muito positivo. O problema é “politização” que se baseia em notícia do tipo jornal O POVO. (Leonardo Martins)

Quando se trata de política a mente mais lúcida e equilibrada se inclina a ideologia das massas como torcida organizadas. (Leonardo Martins)

Dizem que o coração que razões que a própria razão desconhece. Na política não há razão alguma. (Leonardo Martins)

Se você deseja trabalhar numa equipe onde haja equilíbrio emocional e razoabilidade nas tomadas de decisões, não procure os grupos políticos. (Leonardo Martins)


Ruim não é passar a pagar Imposto de Renda, é pagar, de novo, pela educação, pela saúde e pela segurança.
(Leonar…

Aprendendo a chicote

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No artigo Assimilação e acomodação já havia tratado do assunto: aprender. Agora, desejo trazer outro enfoque bem prático do nosso dia-a-dia.

Se tem uma coisa que Jesus fez na vida foi ensinar. Ensinou a multidão, ensinou aos discípulos e a um grupo especial destes: os apóstolos. Tudo que fazia tinha este objetivo. Ensinou orar, a compartilhar, a buscar as ovelhas perdidas, a dar o outra face, a ser manso, a perdoar etc.

Seus ensinos eram de vários tipos espirituais, sociais, psicológicos. Sua linguagem era contextualizada. Por isso falava de sal, ovelha, trigo, figueira, peixe... Seu método era totalmente pedagógico. Falava por parábolas, separava as diferentes classes (multidão, discípulos e apóstolos) e até falava diretamente aos mais graduados (escribas e fariseus).

Mais do que tudo Jesus ensinava com a vida. Quando me perguntam, eu afirmo com firmeza: - Jesus pregava o que vivia e não o contrário. Porque no verdadeiro ensino a prática (o exemplo) vem sempre antes.

Ora, a questão fi…

Por quê eu não as amei?

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Elas vinham todas as noites, apresentavam-se da melhor forma possível e  eu não as amei.
Algumas com roupas sóbrias, a maioria com roupas mínimas e eu nãos as amei.

Como eu, elas tinham sonhos. Sonho de ser alguém, de vencer a pobreza ou o simples sonho de ser feliz. Mas, eu, eu não as amei.

O que mais procuravam era serem amadas, mas eu ... eu não ...

Encontravam o sustento nos prazeres e braços dos "amores" das ruas. E eu, por quê meu Deus!? por quê não as amei?

Eu as olhava com desprezo, desdém ou indiferença. Algumas até emprestei meus ouvidos, e era cada história, mas amar mesmo ... não, nunca.

Sim eu sabia: pedofilia, taras e assassinatos. Jovens com uma ilusão: o dinheiro fácil. Vi gente "sumir" e ninguém vir procurar, nem a mãe. Quanto a mim, repetia o slogan à minha consciência: Elas assumiram o risco da “profissão”. Vidas jogadas literalmente no lixo.

Se não julguei também não amei. Meu pecado é menor por isso?

Bem fez Jesus, não julgou a mulher que “pul…

Nunca gostei de “Mardi Gras”

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Nem sempre fui cristão. Bebia, fumava e vivia como me parecia bom viver. Mas nunca gostei de Mardi Gras.

O carnaval teve origem na Grécia antiga (600 a.C.). Era uma festa com cultos de gratidão aos deuses pela fertilidade do solo e pela colheita. Na Idade Média (500 d.C.) foi incorporado ao calendário da igreja católica seguindo o calendário lunar.

O carnaval precede a Quaresma, 40 dias de privações e penitências, período marcado por jejuns (de carne, inclusive) e orações. Por isso a terça-feira ficou conhecida como "carne vale", “adeus à carne” em latim ou “Mardi Gras”, “Terça-feira gorda”  em francês, porque as pessoas se entupiam de comida (e de carne) antes da quarta-feira de cinzas, o primeiro dia da Quaresma.

O que a festa tornou-se  no Brasil está muito distante da origem religiosa da Grécia ou da Idade Média. Contudo, o termo “festa da carne”, como eu o conhecia até então, não te nenhuma referência o sentido original “adeus à carne”. A primeira, refere-se aos prazere…

A "arte" de não ler

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De nada adianta ir a Faculdade e não aprender. Daí?  De nada vale ir a Faculdade e não fazer escolhas (facultare).

1) Tem quem não aprende nada.

2) Tem quem só concorde repetindo burramente os seus professores.

3) Tem quem discorde. Ainda que no início da estrada, este está nela e caminhando.

Se na academia usa-se a razão, então vale para ela a mesma regra de leitura de qualquer livro onde se possa aprender algo.

“É preciso separa preconceito e julgamento [...] Partindo da posição madura de discordar [...] você acha possível demonstrar que o autor está equivocado em algum ponto, então será preciso conduzir a controvérsia segundo três condições: 1) verifique se suas razões não são na verdade emoções que, de algum modo estão presentes, ainda que inconscientemente numa espécie de disputa e não baseadas puramente em argumentos. 2) verifique se seus pressupostos não estão contaminados de preconceitos. ‘A boa controvérsia não deverá ser uma disputa em torno de pressuposições’ (p. 152). 3) …

Sobre a fé a ciência: Divagações

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O poder corrompe o coração de quase todo homem (disse quase). É algo muito forte e sedutor.  Aos poucos ele vai se entregando de modo sutil e quase imperceptível (disse quase de novo).
(Leonardo Martins)


A ciência perguntou ao cristianismo. – Diante da tragédia humana onde está o seu deus e a sua compaixão? O cristianismo respondeu. – No mesmo lugar onde encontra-se a sua ética e sua justiça social, no coração do homem.
(Leonardo Martins)


Contar para uma criança que a Vovó saiu viva da barriga do Lobo pode. Que Jonas saiu vivo da barriga do peixe não pode. Ah! entendi ...

Que o Lobo Mau falou com a Chapeuzinho e a Vovó pode. Que a jumenta falou com Balaão não pode. Sei ...

Dizer que papai Noel entra pela chaminé (que nem temos) pode. Dizer que Jesus pode entrar no coração não pode. Tá bom ...

O adulto religioso continua contando suas histórias sub o prisma da fé, do dogma, da tradição e do que mais se queira acrescentar. Sob qual prisma continua contando suas histórias o adulto racio…